Arquivo de ‘iniciativas interessantes’ Categoria

  • Ideologia política X Marca de roupas

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    Você já pensou na relação entre as convicções políticas das pessoas e as lojas de roupa que elas mais gostam? Pois eis um gráfico sobre isso, nos Estados Unidos.

    Achei interessante as correlações que ele sugere. Veja um post completo sobre ele (em inglês).

  • Google+ lança guia para políticos

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    A rede Google+, em mais uma tentativa de se consolidar definitivamente no mercado e de olho nas eleições vindouras, lançou um guia para o uso político da plataforma. O texto é bem básico, mas também muito explicativo sobre as potencialidades dessa rede. Explica como compartilhar conteúdos com círculos específicos, como apoiar causas e mostrar quem lhe apoia como compartilhar conteúdos em geral. É um bom material para quem está começando.

    A dica desse post veio do twitter do grupo Ponte UFC

  • NYC Open Data

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    A cidade de Nova Iorque lançou várias iniciativas de Dados Abertos. Segundo o prefeito, elas mostram o comprometimento dele com a transparência e a inovação. Bom, o fato que há vários tipos de dados que agora podem ser consultados e processados via aplicativos específicos. O site é esse, mas eles também lançaram um Tumblr para divulgar a ação.

  • Transparência Hacker

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    A iniciativa do Transparência Hacker se autodenomina como “um espaço para que desenvolvedores web, jornalistas, designers, gestores públicos e outros indivíduos dos mais diferentes perfis proponham e articulem ideias e projetos que utilizem a tecnologia para fins de interesse da sociedade”. Eles trabalham com dados abertos sobre os governos e, a partir deles, desenvolvem aplicativos que permitam um uso específico e acessível dessas informações.

    Exemplo das atividades desse grupo é o Deputados Analytcs, que visa compilar dados sobre as ações legislativas dos deputados. A ferramenta ainda está em fase de produção, mas já dá uma ideia dos dados que poderá gerar. Há ainda muitos outros projetos tocados pelo grupo que podem ser conferidos aqui.

  • Proibidos de Votar

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    Uma iniciativa paraense se propõe a fiscalizar as ações dos vereadores de Belém. A plataforma Proibidos de Votar pretende ser um espaço colaborativo onde as pessoas possam postar informações de diversos tipos – escritas, em áudio ou vídeo – sobre seus representantes no executivo local. A iniciativa está em fase inicial, mas já conta com um manifesto e um vídeo postado. A discussão que se sucedeu à postagem é bastante interessante e conta com vários pontos de vista sobre a política local. Vale a pena acompanhar.

  • Site de rede social para acadêmicos

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    No início, apesar de achar a ideia muito boa, não coloquei muita fé que ia dar certo, mas parece que me enganei. Semana passada recebi mais de 20 notificações da Academia.edu sobre pessoas querendo ser meus amigos ou seguindo meu trabalho. Essa rede tem objetivo de integrar a comunidade acadêmica, então é possível não apenas construir um perfil público como também adicionar publicações próprias, interesses de pesquisa palavras-chave do seu trabalho. A relação com as outras pessoas pode ser de “colegas de departamento” ou apenas de “seguir o trabalho”, o que lhe permite ver na sua timeline as ações da pessoa na rede.

    Me parece uma iniciativa bastante interessante e como já tem bastante gente usando – que, afinal, é básico para o sucesso de qualquer mídia social -, acho que vale a pena testar.

  • Criando um Governo Mundial da Internet

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    O mynet.gov surge exatamente com essa proposta. A plataforma permite que as pessoas se cadastrem e se tornem cidadãos mundiais da internet de acordo com a constituição definida por eles. A partir daí as pessoas podem se candidatar ou votar em candidatos ao governo ou ao congresso. O sistema já prevê sua forma própria de aprovação de leis, bem como a proposta delas, seja através pelo governo central, pelo corpo de ministro ou pelos cidadãos (veja o vídeo explicativo). Também é possível criar fóruns de discussão no site.

    Me parece uma iniciativa interessante de pensar a governança global, mas não consigo ver a legitimidade que as decisões tomadas ali poderiam ter. Me parece que falta alguma vinculação efetiva com organismos internacionais e/ou governos para que essa iniciativa tenha suas decisões levadas em conta em algum âmbito.

  • Governo Colaborativo da Singapura

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    e-government singapura

    O e-governo de Singapura já foi bem avaliado em alguns rankings mundiais sobre esse tema – como esse das Nações Unidas e esse da WASEDA University – e agora lançou um plano de 4 anos para o desenvolvimento dessa área. O projeto vai de 2011 a 2015 e tem como linha geral “Governo Colaborativo”.

    No site é possível ter acesso a mais detalhes sobre o plano e, inclusive, acessar o pdf completo do projeto. Na página do projeto eles criam três dimensões para construção desse governo colaborativo que almejam: “Co-creating for great value”, “Connecting for active participation” e “Catalysing whole-of-government transformation”. Me pareceu uma forma interessante de abordar a questão, mostrando que há investimento em pensar a questão do e-governo como algo realmente central a toda a estrutura governamental.

    Aliás, toda a página específica do governo de Singapura sobre o e-governo é bem interessante. Conta com muitas informações sobre o tema, inclusive divididas por programas que possam interessar aos cidadãos, aos empresários e ao próprio governo. Me parece que não só há muita informação disponível como ela também pode ser facilmente acessada.

    Fiquemos de olho em artigos sobre níveis de satisfação da população com esse e-governo e/ou níveis de participação do cidadão de Singapura no processo político para ver que resultados ele está efetivamente gerando.

  • Petições online com muito apoio serão debatidas no parlamento

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    Após um número imenso de visitas no novo site de petições eletrônicas do Reino Unido, que inclusive fez a página sair do ar, a expectativa é o que acontecerá com as petições votadas ali. O líder da Casa dos Comuns, George Young, assegurou que as petições com mais de 100.000 assinaturas seriam debatidas e votadas na casa legislativa. Me parece uma preocupação e iniciativas louváveis, mas a aplicação não parece ser tão simples. Membros do Parlamento já alegam que precisariam de mais tempo para debater essas questões e que o programa legislativo deles seria extenso demais para permitir isso. Outra questão que tem vindo à toda são os temas das petições. Algumas delas contém temas bastante controversos – como a guerra do Afeganistão e as condições do sistema prisional inglês – e tem sido consideradas “out of order”. Essas são apenas algumas das questões que começam a surgir quando uma iniciativa de participação do cidadão é proposta. Se não se supõe uma passagem a um regime de democracia direta, até onde pode ir o poder do cidadão em uma democracia representativa?

    Fonte consultada: guardian.co.uk

  • Como está a liberdade no mundo?

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    O Democracy Web: Comparative Studies in Freedom é um interessante estudo sobre índices de liberdade em diversos países do mundo. Para avaliar a liberdade, eles consideram dois critérios: direitos políticos e liberdades civis. Posteriormente ele  classificam a liberdade de uma nação entre 1 (muito livre) e 7 (pouco livre) o que gera 3 categorias gerais de países: livres, parcialmente livres e não livres. Os resultados da pesquisa podem ser visualizados em um mapa bastante interessante, que permite ter uma visão mais global da situação. Além disso, ao clicar em cada país é possível ver informações demográficas e links para outros relatórios, como os de liberdade de imprensa.

    Ao ver o título do projeto, me ocorreu uma ressalva: não dá pra analisar democracia só a partir de liberdades. Mas pesquisando no site deu para perceber que o projeto Democracy Web parece ser algo mais amplo.

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